sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Exercícios físicos que estão liberados para grávidas!

Por KARINA COSTAGravideznão é doença e nem deve ser motivo de sedentarismo. Claro que muitas gestantes ficamindispostas e cansam mais ao longo dos meses. Mas saiba que se mexer traz inúmeros benefícios para a mulher ter uma gestação tranquila e saudável. Caminhada, dança, hidroginástica, musculaçãoe pilates, por exemplo, estão entre as atividades indicadas inclusive para iniciantes de academia. Porém, é preciso ter consciência de que o treino não pode ter objetivo estético, explica Caroline Desena PereiraPascarelli,professora de educação física.“Otreino deve ser voltado pensando na qualidade de vida, não na melhora de performancee perda de peso. As grávidas também precisam evitar atividades de grande impacto e movimentos comosaltar. E, neste caso, vale optar pelos exercícios de fortalecimento e aeróbicos”, reforça Caroline, que também é proprietária da unidade São Judas(SP) da Contours, academia exclusiva para mulheres. Musculação,por exemplo, melhora o tônus e a postura, enquanto a caminhada trabalha os membros inferiores semsobrecarregar os joelhos. De meia hora a 40 minutos diários é o tempo suficientepara a gestante praticar a modalidade escolhida. E todas elas – das que já têmo hábito de se exercitar às sedentárias – precisam de autorização médica antes de praticar as atividades.“Osexercícios aeróbicos aumentam o fluxo sanguíneo, ajudam no controle de peso emelhoram a circulação e oxigenação das células. Os de fortalecimento preparam a mulher para que ela tenha equilíbrio do peso corporal durante agestação, além de possível dor na lombar”, afirma a profissional. E você, está grávida e ficou animada para se exercitar? Confira a seguir as dicas da profissional!CLIQUE NAS IMAGENS ACIMA e veja os exercícios físicos indicados para grávidas!*Curta a FANPAGE do Escola de Você: facebook.com/escoladevoce* Curta a FANPAGE da Ana Paula Padrão: facebook.com/anapaulapadrao* Siga o Tempo de Mulher nas redes sociais:Facebook: facebook.com/tempodemulherTwitter: @tempodemulherInstagram: instagram.com/tempodemulheroficial Treino não deve ter objetivo estéticoAprofessora Caroline ressalta que otreino para a grávida deve ser voltado para a qualidade de vida. “E não comobjetivo estético, de melhorar a performance, perder peso”, pontua. “De modogeral, deve-se evitar atividades de grande impacto e movimentos como saltar. Procure fazer exercícios de fortalecimento e aeróbicos. Desse modo, entre asatividades indicadas estão caminhada, dança (sem saltar e fazer movimentosbruscos de direção), hidroginástica, musculação e pilates. Para as iniciantes,o melhor é testar e ver qual delas te proporciona mais conforto.Em todos os casos é preciso usar um aparelho chamado frequencímetro paracontrolar a frequência cardíaca”, pondera Caroline. Aespecialista orienta também que não há a necessidade de tomar suplementação por contada rotina de exercícios. “A não ser que o médico identifique alguma carência.Se acontecer, provavelmente, não será causada pela atividade física. Isso porque nãohaverá gasto calórico alto, além dos exercícios serem voltados à saúde”.Veja a seguir mais detalhes sobre os exercícios que estão liberados para grávidas e quais os benefícios de cada um deles! Caminhada e musculação- Caminhada: “A caminhadatrabalha os membros inferiores sem sobrecarregar os joelhos. Devido ao baixo impacto causado pelo exercício, geralmente, é aprincipal atividade recomendada pelos médicos. Até porque a gestante pode fazer semo acompanhamento de um profissional e a hora que quiser”, orienta MarcellaSimões, também profissional da Academia Contours. “O ideal é que a gestantecaminhe em uma superfície lisa (esteira) ou áreas planas. E para evitar dores nocalcanhar deve-se utilizar um calçado adequado”, recomenda.- Musculação: A especialistaindica somente para gestantes que já praticavam a modalidade antes de engravidar. “Melhorao tônus e a postura. Mas, alguns exercícios devem ser adaptados”, ressalta. Hidroginástica e pilates- Hidroginástica: “As aulas devem ser específicas para gestantes. Por não ter impacto, evita dores nos joelhos, melhora o tônus, além de proporcionar uma sensação de bem-estar. Isto porque a água diminui o peso da barriga”, explica Marcella.- Pilates: “Esse exercício age nas chamadas musculaturas pélvica e paravertebral [esta responsável pela estabilização da coluna]. O trabalho dessas regiões permite que a mulher tenha um parto menos traumático, além disso, evita dores nas costas”, pontua. Benefícios da atividade física para mamães e bebêDe acordo com Caroline, os exercícios aeróbicos aumentam o fluxo sanguíneo,ajudam no controle de peso e melhoram a circulação e oxigenação. Os defortalecimento preparam a mulher para o equilíbrio do peso corporal durante a gestação, além de evitar possível dor na lombar.Ocontrole da glicemia é outro benefício apontado pela profissional. “Normalmente, durante a gravidez, há um aumento do volume de açúcar no sangue decorrente da alimentação da mulher. E, em muitos casos, surgem as pré-diabete e diabete na gestação. Neste caso, a prática de exercícios é uma maneira decontrolá-las”, explica.Outroponto é que a gestante, geralmente, fica com o intestino mais preso e movimentar-se vai ajudar na evacuação. "Importante lembrar que o bem-estarproporcionado pelas atividades físicas mexe positivamente com o psicológico da grávida. Afinal, libera endorfina e serotonina, o que a deixará mais disposta, além do benefíciode conviver com outras pessoas”.Para obebê, a especialista pontua que o impacto emocional é algo a se considerar.“Tudo o que a mulher sente, passa para a criança. Então, é positivo que se mantenha bemdisposta e feliz”, lembra. “E na parte glicêmica, se a futura mamãe está comaçúcar alterado no sangue, vai interferir no bebê, que poderá nascer grande. E isto não é saudável nem no momento do parto e nem para depois, quando a criança tiver nascido”. Grávida deve praticar cerca de 40 minutos diários de exercícios físicosSegundo a professora Caroline, as gestantes que játinham o hábito de se exercitar antes da gravidez podem realizar as atividades sem problemas durante os nove meses. Já as sedentárias precisam esperar passar os três primeiros meses degestação. Todas elas, claro, com autorização médica. “O que vai mudar no treinodurante a gravidez é a intensidade e a duração das atividades. O indicado éentre meia hora e 40 minutos por dia, principalmente no caso dos exercíciosaeróbicos. Assim, não há o risco de ficarem muito tempo com a frequência cardíaca elevada”,orienta. “E elas podem fazer todos os dias, caso queiram. Na verdade, a quantidade tem mais a ver com a disposição”. Intensidade e frequência dos exercícios devem diminuir a cada mês!Osexercícios que lidam com algum tipo de peso, como a musculação, devem ter acarga diminuída ao longo da gravidez. “A intensidade dos demais também cai para controlar a frequência cardíaca eporque a grávida, normalmente, fica com as articulações mais amolecidas. Portanto, elas devem evitar sobrecarga para não correrem o risco de se machucar”, explicaCaroline. “Mas isso não significa que com essa redução da intensidade a gestante vai perder oque já conquistou”.Adisposição da gestante determina a frequência de exercícios no decorrer dosmeses. “O conforto vem em primeiro lugar. Quando ela entra no último trimestre,normalmente fica mais cansada e não consegue permanecer muito tempo em pé devido a sobrecarga do feto”, completa. Próximo Claudia Leitte disse que após os 30 anos ficou mais exibida Claudia Leitte comenta corpo em forma após os 30 anos: 'Fiquei… Purepeople Izabel Goulart faz exercícios físicos depois de viajar, em 22 de outubro de 2014 Izabel Goulart vai direto para academia ao sair do avião: 'Sem… Purepeople Por MEILI JATENEHá algumas semanas assisti a um documentário sobre açúcar e fiquei chocada. Então, decidi verificar a quantidade de açúcar que eu estava consumindo diariamente, uma vez que quase todos os alimentos possuem o ingrediente. Sou saudável e vegetariana, cuido da minha alimentação e me exercito quase todos os dias, mas brigo com a balança, como vocês bem sabem. Sim, preciso perder alguns quilinhos que não me pertencem e estou fazendo de tudo para isso.E foi justamente com essa ideia em mente que resolvi procurar uma endocrinologista e nutricionista para me ajudarem nesta missão. Tive uma verdadeira aula com eles e constatei que o número de calorias que eu consumia não era suficiente para eu perder estes benditos quilinhos extras. Com a ajuda deles realizei todas as medidas: índice de massa corpórea (IMC), porcentagem de gordura, avaliação do metabolismo, medidas de quadril, barriga, peito, coxa, tudo o que você imaginar. Com esses dados em mãos, conseguimos chegar à quantidade de calorias que devo consumir. E para inspirar vocês, compartilho a seguir algumas dicas desta dieta que vou começar a fazer. Tudo é baseado numa tabela de classificação dos alimentos a partir do índice glicêmico dos alimentos. Claro, aproveitei a aula com a nutricionista Letícia Okamoto para conversar sobre o açúcar, este vilão que está presente em quase tudo o que ingerimos.A seguir você confere as dicas da especialista!CLIQUE NAS IMAGENS ACIMA PARA LER!* Meili Janete é uma bem resolvida mulher de 50 e poucos anos que consegue enxergar e curtir as vantagens de envelhecer hoje, autora do Blog 5.zero www.cincopontozero.com.brCLIQUE NAS IMAGENS ACIMA PARA LER MAIS!* Siga o Tempo de Mulher nas redes sociais:Facebook: facebook.com/tempodemulherTwitter: @tempodemulherInstagram: instagram.com/tempodemulheroficial* Curta a FANPAGE da Ana Paula Padrão: facebook.com/anapaulapadrao Dieta que calcula o açúcar dos alimentos ajuda a emagrecer Tempo de Mulher Miss Plus Size Carioca 2012 e Miss Rio de Janeiro 2013, Amanda Santana fez um ensaio ousado para divulgar a campanha "Outubro Rosa". A loira posou de topless para as lentes do fotógrafo Filipe Menegoy Miss Plus Size, Amanda Santana posa de topless para campanha… Famosidades Por REDAÇÃOTer um filho, muitas vezes, faz parte dos planos e sonhos de muitos casais. Mas para quem já teve os pequenos e não deseja mais correr o risco de ter outro bebê, uma das alternativas é fazer a cirurgia de laqueadura, popularmente conhecida como ligadura de trompas. No caso dos homens, a opção é recorrer à vasectomia. E pode parecer algo não muito comum, mas o Brasil tem um dos maiores índices de pessoas que optam por realizar esse procedimento, 40% das mulheres em idade reprodutiva, de 10 a 49 anos. Em seguida, aparecem a Índia e a China, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).Mas e você, já teve seus filhos e gostaria de ficar mais tranquila, não se preocupando mais com a possibilidade de engravidar futuramente? Bom, se optar por essa técnica é importante que você entenda como ela funciona. Vamos lá? As Trompas de Falópio são os canais que ligam o útero aos ovários, certo? Durante a operação - que pode ser feita no parto ou não -, as trompas são cortadas e suas extremidades amarradas, impedindo, assim, a passagem dos espermatozoides e do óvulo."O médico fecha as tubas uterinas da mulher, o que impede a descida do óvulo e a subida do espermatozoide. É uma cirurgia relativamente simples", explica o ginecologista-obstetra Alfonso Massaguer, também diretor-clínico da Clínica MAE.Quer saber mais sobre como você deve proceder se quiser fazer esse procedimento?CLIQUE NAS IMAGENS ACIMA E TIRE SUAS DÚVIDAS! Tire suas dúvidas sobre a cirurgia de laqueadura das trompas Tempo de Mulher Voltar à home do MSN 1 de 7 © Foto: Thinkstock Caminhada, musculação e hidroginástica estão entre as atividades permitidas. Porém, treino não deve ter objetivo estético Por KARINA COSTAGravideznão é doença e nem deve ser motivo de sedentarismo. Claro que muitas gestantes ficamindispostas e cansam mais ao longo dos meses. Mas saiba que se mexer traz inúmeros benefícios para a mulher ter uma gestação tranquila e saudável. Caminhada, dança, hidroginástica, musculaçãoe pilates, por exemplo, estão entre as atividades indicadas inclusive para iniciantes de academia. Porém, é preciso ter consciência de que o treino não pode ter objetivo estético, explica Caroline Desena PereiraPascarelli,professora de educação física.“Otreino deve ser voltado pensando na qualidade de vida, não na melhora de performancee perda de peso. As grávidas também precisam evitar atividades de grande impacto e movimentos comosaltar. E, neste caso, vale optar pelos exercícios de fortalecimento e aeróbicos”, reforça Caroline, que também é proprietária da unidade São Judas(SP) da Contours, academia exclusiva para mulheres. Musculação,por exemplo, melhora o tônus e a postura, enquanto a caminhada trabalha os membros inferiores semsobrecarregar os joelhos. De meia hora a 40 minutos diários é o tempo suficientepara a gestante praticar a modalidade escolhida. E todas elas – das que já têmo hábito de se exercitar às sedentárias – precisam de autorização médica antes de praticar as atividades.“Osexercícios aeróbicos aumentam o fluxo sanguíneo, ajudam no controle de peso emelhoram a circulação e oxigenação das células. Os de fortalecimento preparam a mulher para que ela tenha equilíbrio do peso corporal durante agestação, além de possível dor na lombar”, afirma a profissional. E você, está grávida e ficou animada para se exercitar? Confira a seguir as dicas da profissional!CLIQUE NAS IMAGENS ACIMA e veja os exercícios físicos indicados para grávidas!*Curta a FANPAGE do Escola de Você: facebook.com/escoladevoce* Curta a FANPAGE da Ana Paula Padrão: facebook.com/anapaulapadrao* Siga o Tempo de Mulher nas redes sociais:Facebook: facebook.com/tempodemulherTwitter: @tempodemulherInstagram: instagram.com/tempodemulheroficial

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Estratégias quando a pessoa não tem tempo de se exercitar

A vida corrida das grandes cidades e o acúmulo de atividades levaram as pessoas ao sedentarismo em grande escala. A falta de tempo é a principal desculpa para a falta de exercícios na rotina da maioria das pessoas. É importante nos questionar se realmente estamos nos cuidando. Adquirir conhecimento e desenvolver nossa carreira é de extrema importância, dar aquele gás no trabalho é necessário, mas estar sadio para isso faz toda a diferença. Neste caso você deve se perguntar como tem estado a sua saúde, se você leva uma vida sadia, se você está se cansando ao mínimo esforço e se realmente está se valorizando como pessoa. De acordo com o Ministério da Saúde, o sedentarismo aumenta com a idade. Entre homens entre 18 e 24 anos, 60,1% praticam exercícios. Esse percentual reduz para menos da metade aos 65 anos (27,5%). Entre mulheres de 25 a 45 anos, 24,6% se exercitam regularmente. A proporção é de apenas 18,9% entre mulheres com mais de 65 anos. Atividade física e exercícios tem conceitos diferentes. Atividade física é qualquer forma de expressão que envolva contração e relaxamento dos músculos, como fazer uma caminhada leve no final do dia. Enquanto que exercício é todo o meio de aplicar uma atividade com objetivos determinados e programados, como levantar 5 quilos em séries de 10 repetições, correr 5 quilômetros em determinada velocidade, seguir um programa de exercícios controlados. Para sairmos do sedentarismo é extremamente importante unir os dois conceitos, fazermos atividade física (subir escadas sempre que possível, passear com o seu cachorro) e exercícios físicos (praticar regularmente uma modalidade esportiva, como caminhadas regulares, musculação, danças). Assim, diminuímos todos os efeitos do sedentarismo e das doenças Hipocinéticas (doenças adquiridas por falta de movimento), pressão alta, diabetes, problemas articulares e depressão. Algumas dicas para você começar a se mexer e ser mais feliz com movimento: Experimente atividades curtas. Faça pequenas caminhadas ao longo do dia. Ande mais a pé. Dê cinco voltas no quarteirão. Não precisa caminhar durante 40 minutos de manhã. Caminhe 20 minutos de manhã, 20 minutos a noite ou 15 de manhã, 15 na hora do almoço e 15 a noite. Dessa forma fica praticamente impossível de arranjar desculpa. Qualquer atividade que escolher, mantenha a regularidade. Não é incomum pessoas passarem mal porque só se exercitam aos finais de semana ou naquele tradicional joguinho de futebol às sextas. Isso porque você sobrecarrega seu corpo, que estava acostumado a ser sedentário. E o medo de ter um treco e morrer do coração? Portanto, vale mais a pena ter pequenas atividades ao longo da semana que um dia de extremo esforço. Use as escadas, leve o lixo na lixeira de seu prédio ou rua, isso tornará seu dia mais sadio, incluirá mais movimento nele. Subir escadas gasta em média para uma pessoa de 70 quilos e 1,68 a 1,75 metros de altura, 360 Kcal/h. Significa 36 Kcal por minuto. A média dos andares dos prédios mais modernos são em número de 22 degraus, o suficiente para gastar 13,2 Kcal. Uma pessoa propondo-se a subir 16 andares por dia, e não precisa ser de uma vez só, mas que seja no dia, pode gastar 211,2 Kcal. Essa mesma pessoa, se fizer uma caminhada a passos rápidos de 20 minutos estará gastando mais 93,33 Kcal. Divirta-se e experimente novas sensações com a atividade física. Fazer exercícios não significa matricular-se em uma academia. Encontre algo que você realmente goste de fazer e isso pode revolucionar a sua vida. Experimente novas sensações, como andar de bicicleta, fazer aula de dança, caminhar no parque, praticar um esporte diferente (quem sabe esgrima?), jogar vídeo game com Kinnect. Abra o leque de possibilidades, veja o que tem por perto da sua casa ou trabalho e informe-se. Tente algo novo por você, seu corpo e sua mente! Faça sessões de alongamento em família. Alongar o corpo é maravilhoso. Yoga explora esse lado (e muito mais!) e por isso faz tão bem. Mas você não precisa ir tão longe, se não quiser. Aprenda sequências simples de alongamento e faça desse momento um momento de diversão em família. Envolva seu marido ou esposa, sua mãe ou pai, seus filhos e faça 15 minutos de alongamento de noite, em casa, ou pela manhã (se não estiverem correndo tanto). Além de fazer uma atividade física, é mais um momento em família. Faça exercícios em casa. Ok, fazer exercícios sem supervisão pode ser perigoso. Portanto, consulte um médico, faça exames e veja se está tudo bem antes de começar. Se estiver, você pode fazer exercícios simples, como: abdominais, poli-chinelos, flexões, levantamento de pesos com objetos da casa (livros, potes de mantimentos, equipamentos diversos). Veja vídeos na Internet, procure no You Tube e Portais de Saúde e Bem Estar- Hoje em dia temos muitas opções de vídeos com sequências de exercícios para serem feitos em casa. Basta abusar da busca no site. Quando tiver um tempinho, que sejam cinco minutos, faça alguma atividade. O mais legal é que dá para fazer enquanto vê um filme, uma série ou a novela. Não dispense oportunidades de se exercitar. Você sabe bem como é: pra que subir de escada se seguraram o elevador para mim? Temos oportunidades durante o dia para fazer exercícios (e recusá-los). Leve o cachorro para passear, dê a volta no quarteirão, vá ao mercado a pé, estacione o carro em uma vaga mais longe no shopping, vá trabalhar de bicicleta, pule corda. Faça exercícios no trabalho. Use metade do seu horário de almoço ou pequenos intervalos ao longo do dia (em vez de fumar ou tomar café, por exemplo). Caminhe em volta do estacionamento da empresa, suba e desça escadas, faça polichinelos em um lugar discreto (vale até o banheiro), corra no lugar, alongue-se. E, muito importante: corrija sua postura na cadeira. Tem a ver com seu bem-estar, que tem a ver com a sua disposição, e faz você ter mais vontade de fazer as coisas ou não - inclusive exercícios. Faça exercícios no seu horário de lazer. Leve seus filhos para passear no parque, ande até a sorveteria, acampe, jogue bola, brinque com o cachorro, cultive uma horta, ande bastante no shopping, saia para dançar, faça uma trilha. Escolha atividades saudáveis e que te façam se exercitar. Faz diferença! Limpe a casa. Limpar a casa é uma atividade física ótima: esfregar chão, varrer, secar, limpar box, subir na escada, descer, tirar o pó, passar roupa, arrumar a cama, pintar paredes, passar aspirador. Quando estiver limpando a casa, pense na atividade física que está fazendo. Tente melhorar a coisa toda contraindo o abdômen ou inserindo sequências ao longo da faxina (levantar peso com algo que tenha pego na mão, por exemplo). Mantenha a rotina. Estabeleça uma meta (exemplo: 1hora de exercícios todos os dias) e preencha seu tempo ao longo do dia com atividades relacionadas. Podem ser 20 minutos de manhã, 20 na hora do almoço e 20 de noite, ou então 40 minutos de manhã e 20 de noite. Tanto faz! Mas tenha suas metas e faça do cumprimento delas sua rotina. Questionário 1- O qual a diferença entre atividade física e exercício físico? 2- O que diz o ministério da saúde sobre o sedentarismo? 3-O que são doenças hipocinéticas? 4-Qual o gasto calórico de uma pessoa de 70 quilos e 1,68 a 1,75 metros de altura ao subir umas escada? 5- Fale sobre a rotina da sua família e o que pode ser mudado para ela ser mais ativa e assim aumentando o gasto calórico!

Dez erros que você não pode cometer na academia

1 - Enrolar para entregar os exames de saúde. Muitas pessoas acham chato ter que ir ao médico e se intitulam saudáveis para iniciar a prática de exercícios físicos. Porém, este passo é essencial para que você consiga unir, de fato, as atividades e a sua saúde. 2 - Partir direto para o ataque, ou seja, começar a se exercitar sem fazer o aquecimento. O problema é que este mau hábito faz com que a temperatura do corpo mude de maneira muito rápida, causando lesões e, nos casos mais extremos, problemas cardiorrespiratórios. 3 - Fazer a própria série, exagerando nos pesos e no ritmo. Muitas pessoas não têm paciência para esperar os resultados da malhação. E, no intuito de acelerar o processo, acabam malhando do jeito que querem e não como manda um professor. O problema é que junto aos quilos a menos, você ganhar diversas lesões. 4 - Esquecer que o cardápio é parte fundamental nos resultados da prática de exercícios físicos. Mais do que comer pouco e sofrer para resistir às diversas tentações, escolher os alimentos certos e ter uma alimentação balanceada é fundamental. 5 - Tão importante quanto a alimentação diária é o consumo de água enquanto você está praticando exercícios. Esta mania de só beber água quando a sede aperta pode influenciar diretamente no seu rendimento e, consequentemente, nos resultados. 6 - Ainda sobre a sua alimentação, é um erro exagerar na dose antes de malhar e fazer jejum depois, ou vice-versa. A sua alimentação deve ser saudável e regrada, comendo, sempre, de três em três horas. 7 - Malhar até cansar. Esta é uma mania daquelas pessoas que acham que quantidade e qualidade são a mesma coisa. Infelizmente, quando se trata de exercícios físicos, o melhor é sempre moderar. É mais fácil conseguir resultados eficientes de maneira lenta do que rapidamente. 8 - Enganar o seu relógio biológico. Mais importante do que malhar todos os dias é você malhar todos os dias no mesmo horário. A sua queima calórica será maior e o ganho de músculo também. 9 - Outro passo fundamental é manter o foco. Infelizmente, a maioria das pessoas entra na academia com um objetivo e, logo nos primeiros resultados, acabam achando que conquistaram o mundo. Esquecer as suas metas finais é um erro! 10 - A última dica vale para as mulheres. Fazer 500 abdominais de qualquer jeito não deixará a sua barriga lisinha, mas trará uma dor nas costas irreversível. Portanto, na hora deste exercício, fique atenta a sua postura e respeite os seus limites!

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Doping: inimigo da saúde e da ética estimula o câncer e provoca morte

Furosemida, oxilofrina e eritropoietina são velhos rivais da qualidade de vida dos esportista, mas estão em alta no meio profissional e nas academias Nestes tempos está acontecendo de tudo, desde o confirmado doping continuado do ciclista Armstrong à triste surpresa dos velocistas Asafa Powell e Tyson Gay, pegos em flagrante com estimulante. Também tivemos atletas brasileiros pegos no doping. Como você, esportistas de boa fé, encara essa corrupção esportiva? Para não deixar dúvidas quanto às composições proibidas, a Agência Mundial Anti Dopagem (WADA) estabelece no início de cada ano quais substâncias ou equipamentos podem modificar a performance de um atleta de modo irregular e obscuro e, portanto, serão consideradas proibidas. doping eu atleta (Foto: Getty Images)Substâncias proibias são os maiores rivais da saúde e da qualidade de vida dos atletas (Foto: Getty Images) As desculpas, geralmente esfarrapadas, não resistem a um dia de negação do fato. Com a Copa do Mundo chegando e a Olimpíadas se avizinhando, querem nos fazer perder a credibilidade no esporte. O uso do estimulante oxilofrina é o doping “da moda”, já o diurético furosemida é o mais usado para mascarar o consumo de anabolizantes no exame de urina, os velhos inimigos da saúde e da ética. Existem ainda as substâncias que trazem embutido o risco de Câncer nos usuários anabolizados, mesmo os eventuais. A eritropoietina (EPO), por exemplo, aumenta a quantidade de glóbulos vermelhos. O esportista do EU ATLETA, em geral um corredor amador, perguntaria: o que tenho com isso? Amigos, filhos e parentes que se animam com o esporte regular podem achar que, mesmo sendo pegos, valeria a pena! Temos que ser duros e não ter complacência com os corruptos. Nada de contaminação ou coisa parecida, nada de tratamentos alternativos: os coitadinhos que foram enganados pelo treinador ou fisioterapeuta - declaração do Tyson Gay - deveriam ser esquecidos para sempre. No último mês, soubemos de duas mortes em academias brasileiras, fato não raro, mas ferozmente escondido. Estas e outras mortes súbitas de jovens em academias devem ser prontamente esclarecidas com necropsias sérias, para que nós, médicos, possamos trabalhar para evitar que não voltem a acontecer. Em uma das mortes, em uma academia de Juiz de Fora, Minas Gerais, conseguiram que um médico amigo preenchesse o atestado de óbito com diagnóstico de infarto do miocárdio, doença rara em um jovem. Na outra, em Florianópolis, Santa Catarina, o lutador campeão de jiu-jítsu foi levado para a necropsia ainda sem laudos finais. Como lição dos casos, o atestado médico não tem validade após aquele dia em que foi examinado, atestados não são um seguro de saúde. O fato de ser jovem não imuniza o adepto contra os riscos dos exageros físicos, dos energéticos e mesmo de alguns vegetais como o Tribulus e os suplementos que prometem elevar o metabolismo de gordura ou gasto calórico, proibidos pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A globalização das informações impede que as más condutas se escondam. A corrupção pode ser combatida por denúncias e pelas averiguações de doping, sem dia e sem hora, na pista ou na casa do atleta. Chega de desmandos dos políticos e de atletas, o novo Brasil está nas ruas e em breve nas urnas.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A hipertrofia muscular é resultado de treino e correta ingestão de proteínas

Saiba quando os suplementos são necessários e a melhor forma de utilizar whey protein, caseína, albumina e aminoácidos essenciais, como o BCAA O aumento da massa muscular ocorre como conseqüência do treinamento, assim como a demanda protéica. A ingestão proteica deve ser obtida por uma dieta normal e variada, sendo a suplementação uma forma prática e segura de adequar sua ingestão de boa qualidade e a biodisponibilidade de aminoácidos, para as necessidades aumentadas de um atleta em treinamento e competição. O horário e tipo de suplementação vai depender da fase de treinamento, intensidade e duração, para recuperação muscular. Para indivíduos sedentários, recomenda-se a ingestão de 0,8g de proteína por kg/dia. Já indivíduos ativos, com a ingestão de 1,2 a 1,4g por kg/dia, teriam sua demanda atendida. Visando à hipertrofia muscular, atletas ou não teriam suas necessidades atendidas com o consumo máximo de 1,8g de proteína por kg/dia contempladas perfeitamente em uma alimentação equilibrada, salvo situações especiais. Estudos recomendam que o uso dos suplementos proteicos, como a proteína do soro do leite, caseína ou a albumina da clara do ovo, deve estar de acordo com a ingestão proteica total. O consumo adicional desses suplementos proteicos acima das necessidades diárias (1,8g/kg/dia) não determina ganho de massa muscular adicional, nem promove aumento do desempenho, pelo contrário, podem levar a problemas renais e o excesso de proteína ser armazenado na forma de gordura. A ingestão de proteínas após o exercício físico de hipertrofia favorece o aumento de massa muscular quando combinado com a ingestão de carboidratos. Para isso, precisa ser consumida num prazo de até 2 horas após o treino. A dose recomendada é de 10g de proteínas e 20g de carboidratos (presença da insulina, que é um hormônio anabólico, favorece a absorção dos aminoácidos). Utilizar no máximo 25g de proteína como suplementação por refeição. Pode ser utilizada suplementação protéica também antes de deitar, para potencializar sua ação no repouso, favorecendo a recuperação e o crescimento muscular. Os aminoácidos são as unidades básicas da composição de uma proteína. Em humanos saudáveis, nove aminoácidos são considerados essenciais, uma vez que não podem ser produzidos pelo organismo e devem ser ingeridos por meio da dieta. Aminoácidos de Cadeia Ramificada / BCAA Dentre os aminoácidos essenciais, estão os três aminoácidos de cadeia ramificada (ACR ou BCAA) leucina, valina e isoleucina. Eles possuem efeitos terapêuticos, podendo atenuar a perda de massa magra durante a redução de massa corporal; favorecem o processo de cicatrização; melhoram o balanço protéico muscular em indivíduos idosos; e propiciam efeitos benéficos no tratamento de patologias hepáticas e renais. Em relação ao exercício físico, supõe-se que esses aminoácidos estejam envolvidos na fadiga central, no balanço protéico muscular, na secreção de insulina, na melhora do sistema imune, no aumento da performance de indivíduos que se exercitam em ambientes quentes, e na diminuição do grau de lesão muscular. Mas os estudos ainda são contraditórios. Dados epidemiológicos e experimentais sugerem que o exercício moderado aumenta a imunocompetência, ou seja, melhora o sistema imune, enquanto o treinamento intenso e após um evento competitivo aumenta a incidência de infecções do trato respiratório superior (ITRS). Os BCAAs podem atuar como precursores da síntese de glutamina no tecido muscular (a glutamina melhora o sistema imune). Alguns estudos têm avaliado também a efetividade da suplementação com BCAA para manter a concentração plasmática de glutamina e modificar a resposta imune frente ao exercício de endurance exaustivo. Creatina A creatina tem sido apontada como o suplemento nutricional de maior eficiência na melhora do desempenho em exercícios de alta intensidade e no aumento de massa muscular. Já seu uso como recurso ergogênico em atividades físicas prolongadas não encontra nenhum suporte na literatura científica. Não existem evidências que sua utilização melhora a performance na prática de atividades aeróbias. A escolha do suplemento (whey protein, caseína, BCAA, creatina ou outros) vai depender do objetivo, fase e periodização do treinamento, ingestão alimentar e rotina

BCAAs podem atenuar a perda de massa magra na redução de peso

Aminoácidos leucina, valina e isoleucina melhoram o balanço protéico muscular e beneficiam o tratamento de patologias hepáticas e renais Nove aminoácidos são considerados essenciais, não podem ser sintetizados pelo organismo, precisando ser ingeridos através da dieta. Entre eles estão os três aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA) leucina, valina e isoleucina. Os BCAAs podem atenuar a perda de massa magra durante a redução de massa corporal (perda de peso), favorecer o processo de cicatrização, melhorar o balanço protéico muscular em idosos e propiciar efeitos benéficos no tratamento de patologias hepáticas e renais. A ingestão de aminoácidos essenciais após o treino intenso, adicionados a soluções de carboidratos, determina maior recuperação do esforço seguido de aumento da massa muscular. Papel dos BCAAs no exercício físico: - o consumo de BCAA promoveria a manutenção da concentração de glutamina pós-exercício que estaria envolvida na atenuação da imuno-supressão observada após o término do exercício, melhorando o sistema imunológico. Durante exercícios de resistência, há uma diminuição dos níveis plasmáticos de glutamina, cuja função principal é servir de fonte de energia para importantes células do sistema imunológico. Já que os BCAA servem de substrato para a síntese de glutamina, sua administração após o exercício aumentaria as concentrações de glutamina, diminuindo a incidência de infecções nos atletas. - redução do catabolismo protéico durante o exercício e maior recuperação muscular. Segundo o estudo de 2006, os BCAAs, particularmente a leucina, podem apresentar efeitos anabólicos no metabolismo de proteínas, aumentando a taxa de síntese e diminuindo a taxa de degradação protéica no músculo após o exercício. Os BCAAs apresentam efeitos anabólicos no músculo durante a fase de recuperação, após exercícios de resistência Pode ser indicada a utilização dos BCAAs em provas de longa duração como na maratona e triatlo para minimizar a degradação protéica e maximizar a recuperação muscular. Os efeitos da suplementação com BCAA no desempenho esportivo ainda são discordantes, precisando de mais estudos. A suplementação deve ser indicada por nutricionistas e médicos, de acordo com o objetivo, exercício físico realizado, período de treino e estado clínico e nutricional do indivíduo.

Creatina: suplemento nutricional deve ser utilizado com acompanhamento

Produzido por fígado, rins e pâncreas, o nutriente armazena energia e sustenta as contrações musculares em exercícios de força, potência e velocidade Os suplementos nutricionais ainda são considerados produtos sujeitos a muitas controvérsias, principalmente por falta de informações. Podemos considerar que esta é uma área de conhecimento que carece de mais esclarecimentos, baseados em evidências científicas confiáveis, que até existem, mas são pouco divulgadas. Certamente, o suplemento nutricional mais polêmico é a creatina que, por falta de esclarecimento, chegou até a ter sua comercialização proibida pela própria ANVISA. Vale lembrar que esta proibição já foi revogada há alguns anos. A creatina na realidade é um nutriente. É uma substância produzida no nosso organismo pelo fígado, rins e pâncreas. Sua molécula é sintetizada a partir de três aminoácidos: arginina, lisina e metionina. Não é medicamento, como muitos chegaram a considerar. A creatina está presente nas células e armazena energia, sustentando as contrações musculares mais vigorosas, principalmente em exercícios de força, potência e velocidade. Como se armazena nos músculos, faz parte da dieta, estando presente na carne bovina, aves e peixes. Em cada 100 gramas de carne bovina, encontramos aproximadamente 0,5 gramas de creatina. Como funciona Nesta última década, vários trabalhos científicos foram publicados relatando os efeitos e explicando o mecanismo de ação da suplementação de creatina. Inúmeros estudos mostraram que a suplementação de três gramas diárias de creatina, quando associada com programa de exercícios de força, promovia aumento da sua concentração dentro das células musculares em uma média de sete entre dez usuários. Este aumento da creatina dentro das células melhora a gênese de energia, aumenta o volume das células por entrada de água, estimula a síntese de proteínas musculares, aumentando a massa muscular com consequente aumento da força. Tal efeito pode trazer um benefício importante não só para atletas, como para melhoria da qualidade de vida, podendo contemplar até as pessoas idosas, nas quais a perda de massa muscular é um dos grandes problemas do envelhecimento, predispondo a quedas e perda de autonomia. Recomendações É importante destacar algumas considerações a respeito do uso da creatina: - Deve ser sempre orientada por profissional da área; - Só tem efeito quando associada a programa de exercícios; - O abuso da dose pode provocar problemas. A dose recomendada é de três gramas diárias; - Recomenda-se que seu uso respeite ciclos de administração para evitar a supressão da síntese da creatina pelo próprio organismo; - Portadores de qualquer problema de saúde só devem utilizar com orientação médica.

Após treinos longos, isotônicos são usados para repor micronutrientes

Indicadas quando há perda de glicose e sais minerais, as bebidas isotônicas não devem ser confundidas com água. Suas funções vão além da hidratação Repor as energias rapidamente. Assim pode ser descrita, resumidamente, a principal função das bebidas isotônicas. Estas possuem concentração semelhante aos fluidos corporais, de forma que podem ser transferidas, facilmente, para a corrente sanguínea, repondo perdas causadas por transpiração excessiva ou diarréia. Os repositores hidroleletrolíticos têm se tornado o suplemento mais consumido por praticantes de atividade física. Funções importantes São bebidas isotônicas a água de côco, o soro caseiro e os industrializados líquidos coloridos de sabor forte vendidos em garrafinhas de plástico e distribuídos em copinhos em grandes corridas. Mas, corredor, é bom ficar atento. Nem sempre o seu consumo é recomendado. Palavra da especialista "Toda atividade física faz com que o organismo perca água, mas nem sempre é necessária a reposição de glicose e sais minerais. Para corredores de 10km e até uma hora de corrida não há necessidade da utilização de bebidas isotônicas. Em corridas acima de uma hora, como, por exemplo, as 10 milhas (16 km), meia maratona ou maratona há necessidade do uso de isotônicos" Cristiane Perroni, nutricionista do EU ATLETA. Recomendações A nutricionista também aponta que a função deles é repor a perda de eletrólitos, como o sódio, o potássio, entre outros, também a perda de água e de glicose, retardando, assim, a fadiga muscular, a hipoglicemia e a hipotensão. Mas nada de consumir sem indicação, afinal, isso pode causar alteração de pressão, já que se estaria consumindo micronutrientes em excesso. Hidratação é feita com muita água e, quando for necessária a reposição, aí sim, entra o isotônico. E se está na dúvida se vai beber o de frutas cítricas ou de limão, não se preocupe, os diferentes sabores não interferem no efeito da bebida. Escolha o que agrada mais o seu paladar e fala boas corridas!

Melhora da aptidão física na infância reduz o sobrepeso na adolescência

Segundo pesquisa, este seria um benefício a ser incorporado para a vida adulta, o que enfatiza a importância da prática de exercícios para crianças Um estudo fruto da parceria de vários laboratórios europeus foi publicado recentemente na revista oficial do Colégio Americano de Medicina Esportiva. No trabalho realizado, 600 crianças, meninos e meninas, de 8 a 10 anos com peso normal foram acompanhadas durante um período de seis anos para identificar fatores que durante a infância determinam o desenvolvimento de sobrepeso e obesidade na adolescência. Foram analisados fatores como aptidão física, fatores demográficos e educacionais, além da herança de sobrepeso paterno. Todas as crianças passaram por testes de avaliação de aptidão física no início e no final do estudo e tiveram monitorados seus índices de massa corporal (IMC) para diagnóstico de sobrepeso e obesidade. Nas conclusões obtidas no estudo foi constatado que os meninos apresentavam maior incidência de sobrepeso e obesidade que as meninas. Foi também observado que não havia influencia do nível educacional dos pais no ganho de peso dos filhos. Como seria de esperar, o maior IMC dos pais também representava um fator de maior prevalência de obesidade nos filhos, caracterizando a influencia da herança genética. Entretanto, o que mais chamou a atenção dos pesquisadores foram os resultados obtidos a respeito da influencia da melhora da aptidão física na prevenção da obesidade. Muito mais do que a influencia do sexo, nível educacional ou herança genética, a melhora da aptidão física foi o fator que mais interferia na prevenção da obesidade. As crianças que mostraram melhora da aptidão física durante o intervalo do estudo, fruto de um estilo de vida mais ativo, foram literalmente “blindadas” do ganho excessivo de peso. Segundo os pesquisadores este seria um benefício a ser incorporado para a vida adulta, o que enfatiza a enorme importância do estímulo à prática de exercícios para crianças já durante a infância, representando um verdadeiro legado a ser usufruído pelo resto da vida.

Estudo afirma que exercícios físicos regeneram células-tronco do coração

Pesquisa inglesa da Universidade John Moors comprovou, em teste feito com ratos, que as atividades promovem um aumento de 60% nas célulasUm estudo realizado em Londres descobriu que a prática de atividades físicas auxilia na regeneração das células-tronco do coração. Isso significa que é possível ter um coração mais jovem do que a própria idade. É uma maneira saudável de driblar o tempo. A relação entre o exercício físico regular e o coração já vem sendo estudada em diversos países. A professora inglesa Georgina Allison, que comanda uma equipe na Universidade John Moors, em Liverpool, propôs uma rotina de duas semanas de exercícios físicos a um grupo de ratos de laboratório e descobriu que eles tiveram um aumento de 60% nas células-tronco do coração, que estavam adormecidas e foram despertadas com a prática. - As células-tronco produzem células musculares e vasculares. Se você não está praticando exercício físico, você tem um menor número de células e menos células ativas para realizar um trabalho. Trabalhando no King´s College de Londres, a professora continua os estudos para saber se a relação é a mesma no coração dos seres humanos. - Estudamos pessoas que tiveram ataques cardíacos. Submetemos os pacientes a exercícios físicos e tentamos estabelecer uma relação entre as células-tronco e a redução da área infartada – afirmou Allison. Para regenerar as células-tronco, não é preciso ser maratonista. Bastam 30 minutos de exercício aeróbico por dia, de preferência intervalados, com picos de esforço e períodos de recuperação. - Eu corro e desde que descobrimos os efeitos do treino intervalado, mudei minha rotina de exercícios – disse a pesquisadora. No Brasil, existem oito centros de tecnologia celular que também estudam as células-tronco. O cientista e professor Stevens Refen potencializa a opinião dos benefícios causados pela prática regular de esportes. - A partir do momento em que você descobre que uma atividade física é capaz de regenerar o coração, você pode ter um coração novo, apesar da sua idade, dependendo do exercício físico que você fizer. Na mesma linha deste estudo de Liverpool, há um outro americano que analisa o impacto dos exercícios físicos, não no coração, mas no cérebro: há duas regiões no cérebro, que se chamam hipocampo, responsáveis pela formação da memória. Esse estudo indica que o exercício físico faz com que a pessoa consiga gerar novos neurônios. Não há nada mais importante do que essas provas para justificar a boa prática de esportes - finalizou Refen. E você? Ainda está tentando arrumar uma motivação para levantar do sofá? Mexa-se!

Dados científicos apontam para os problemas do uso de anabolizantes

O nosso artigo da última semana sobre uso irresponsável de anabolizantes, como era de se esperar, causou um furor agressivo de alguns. Depois de análise fria, decidimos manter a luta que não é só nossa, mas da Medicina contra usos e abusos de medicamentos anabolizantes por jovens, desinformados e certamente enganados por colegas e vendedores pela internet. Com afirmações de que o uso controlado não traria problemas, vendem até óleos veterinários para aumentar a massa muscular de humanos. Vamos aos dados científicos, segundo os médicos pesquisadores Parkinson AB e Evans NA, no artigo “Anabolic androgenic steroids: a survey of 500 users” publicado no Med Sci Sports Exerc 2006: temos informação dos seguintes efeitos colaterais: atrofia testicular (63,6%); acne (63,4%); insônia (51,2%); estrias (44,4%); alteração do humor (42,8%); disfunção sexual (24,6%); ginecomastia (23%). Anabolizantes eu atleta (Foto: Agência Getty Images)Uso de anabolizantes para ganhar músculos gera problemas para a saúde (Foto: Agência Getty Images) A pesquisa de Ebenbichler CF, Sturm W, Ganzar H et al. “Flow-mediated, endothelium-dependent vasodilation is impaired in male bodybuilders taking anabolic androgenic steroids. Atherosclerosis 2001”, é assustadora. Mostra que o uso indevido e de não indicação médica com o passar das semanas aumenta o risco de aterosclerose por elevação do colesterol ruim LDL para níveis acima de 180mg% (ideal ao redor de 100 a 120 mg%), diminuição importante do colesterol protetor HDL para níveis próximos de 15mg% (normal acima de 40 mg%) e outra pesquisa de Sullivan ML e colaboradores “The cardiac toxicity of anabolic steroids. Prog Cardiovasc Dis 1998” mostrou que o PCR ultra sensível (marcador de forte inflamação celular) aumenta até três vezes mais que o normal (300% a mais). Além disso, a retenção hídrica e de sódio gera o desenvolvimento de hipertensão arterial com suas consequências patológicas cardiovasculares e lesões renais. Outra fonte de informações da gravidade do uso é o site www.steroid.com que indicou outros efeitos relatados nas pesquisas médicas: cistos hepáticos hemorrágicos, arritmias cardíacas, retardamento ou abolição do crescimento por ação nas epífeses ósseas e calvície. Como não acreditam que ocorreram mortes de atletas usuários aqui estão três que já foram divulgadas: fisiculturista alemão Munzer e jogadores de futebol americano: Korey Stringer e Eraste Autin. Efeitos psíquicos dos anabolizantes em indivíduos inicialmente sadios: - 25% dos indivíduos sofriam de algum tipo de transtorno de humor, desde mania e transtorno bipolar até depressão profunda Pope e Katz, (1994). - Ocorreu correlação entre uso de esteroides anabolizantes e um decréscimo na tolerância à frustração ou performance pobre. Daigle (1990) - Comparação entre jovens atletas usuários e não usuários de anabolizantes mostraram uma maior agressividade, maior impulsividade e menor cooperatividade do primeiro grupo em relação ao segundo grupo Lise (1999) - Uso de anabolizantes levam a atos agressivos em geral, mudanças súbitas de temperamento, síndromes comportamentais, aumento da irritabilidade, raiva e hostilidade, ciúme patológico, alterações da libido segundo Silva e colaboradores (2002)Bem, o esclarecimento para que se evite o uso de esteroides anabolizantes continua e esperamos que os responsáveis e familiares de prováveis usuários os ajudem, apenas esclarecendo os riscos inúteis e graves a que se submetem. Para uma boa forma corporal, o treinamento por profissional e orientação nutricional são perfeitamente suficientes.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O efeito do exercício sobre o trato gastrointestinal

O exercício predominantemente aeróbio e de longa duração, como aquele executado por maratonistas, triatletas e ciclistas, pode provocar sintomas gastrointestinais. Inúmeros estudos afirmam que de 20 a 50% da população, praticantes de esportes de longa duração, apresentam pelo menos um sintoma. Os sintomas são divididos em superiores (vômitos, náuseas e pirose retroesternal - azia) e inferiores (diarréia, cólica abdominal, perda de apetite, sangramento, aceleração dos movimentos intestinais e vontade de defecar). A causa dos sintomas gastrointestinais durante o exercício é multifatorial e inclui a redução do fluxo sanguíneo intestinal, a liberação de hormônios gastrointestinais, o estresse mecânico sobre o trato gastrointestinal, a desidratação, os fatores psicológicos, o sexo (mais comum em mulheres), a dieta e o nível de treinamento do indivíduo. Os indivíduos destreinados ou atletas que retornam ao treinamento após um período de inatividade apresentam maior incidência de sintomas gastrintestinais, principalmente com treinamento de alta intensidade. Quanto à dieta, a ingestão de altas quantidades de suco de laranja, comidas gordurosas, proteínas, vitamina C, bebidas hipertônicas (concentradas) de carboidratos, alimentos ricos em fibras e grandes refeições antes de competição predispõem à manifestação de sintomas gastrintestinais Tratamento e prevenção Algumas medidas podem otimizar a digestão e a absorção dos alimentos durante o exercício e reduzir a ocorrência dos sintomas gastrintestinais: 1) Aumentar apropriadamente o volume e a intensidade do treinamento; 2) Planejar o regime de hidratação durante as sessões de treinamento e a competição (ingerir 200ml de água pelo menos a cada 3Km; 3) Evitar o consumo de soluções hipertônicas (concentradas) de carboidratos; indicação do uso das bebidas isotônicas (contém carboidrato, vitaminas e minerais) para evitar a desidratação. As bebidas isotônicas são líquidos que apresentam osmolaridade muito próximo a dos fluidos corporais (280-340 mosmol/kg), sendo rapidamente absorvidos após o consumo. Um líquido pode ser hipotônico, quando sua concentração é menor que a do sangue, hipertônico quando a concentração é maior ou isotônico quando a concentração é igual a do sangue; 4) Evitar o consumo de dieta rica em fibras (granola, aveia, frutas laxativas, folhosos, etc), leite, alimentos gordurosos antes da competição; 5) Ingerir proteínas com moderação antes da competição (queijo magro, frios magros); 6) Evitar altas doses de vitamina C e bicarbonato; 7) Defecar e urinar antes do exercício. O exercício, principalmente o de baixa intensidade, tem efeito protetor sobre o trato gastrointestinal. Alguns estudos indicam uma relação inversa entre a atividade física e as doenças do trato gastrointestinal tais como: o câncer de cólon, a diverticulite, a colelitíase (cálculo na vesícula biliar) e a constipação (“prisão de ventre”). Em relação ao câncer de cólon, existem evidências consistentes de que homens e mulheres fisicamente ativos apresentam uma redução de cerca de 50% do risco de desenvolverem câncer de cólon.

Obesidade é questão mundial e deve ser tratada por equipe interdisciplinar

O excesso de gordura corporal (sobrepeso ou obesidade) tem causa multifatorial, estando relacionado com o meio ambiente, estilo de vida, a genética, o sexo, o nível de atividade física, além da quantidade e qualidade dos alimentos ingeridos. A obesidade é atualmente um problema de saúde pública mundial. Uma doença complexa e não apenas um problema de autocontrole, pois as pessoas entram em um ciclo vicioso de baixa auto-estima, depressão e compensação alimentar. É uma visão muito simplista acreditar que a obesidade seja um reflexo da ingestão excessiva ou da pratica da atividade física inadequada. O alimento tem simbologia, confraterniza nas alegrias, ameniza os maus momentos, traz lembranças e aconchego." Cristiane Perroni Comemos não somente para manter nossas funções vitais e nutrir nosso corpo, mas principalmente para compensar o estresse diário, as alegrias e tristezas e nos relacionarmos. O alimento tem simbologia, confraterniza nas alegrias, ameniza os maus momentos, traz lembranças e aconchego. O obeso ainda tem o estigma da preguiça e desleixo, mas o que falta é o auto-cuidado, investir na melhora da qualidade de vida, sair do sedentarismo, ter um estilo de vida mais ativo e saudável, apoio psicológico, ser motivado. Para o tratamento da obesidade o ideal é ter uma equipe interdisciplinar: médicos (várias especialidades como psiquiatra e endocrinologista), nutricionistas, psicólogos, educadores físicos, fisioterapeutas. Isto seria o ideal, mas precisamos começar com o que é possível, com pequenos atos, mas contínuos e crescentes. O princípio da Nutrição é a inclusão dos alimentos, diversidade, variedade, utilizando os vários grupos alimentares. Para montar o programa alimentar, devemos levar em conta o estado nutricional, preferências, intolerâncias e aversões alimentares, necessidades individuais, nível de atividade física, exames laboratoriais, história clínica e familiar, além do estilo de vida. O programa alimentar deve ser individualizado, acompanhado de visitas frequentes, ter objetivos reais, rever metas, motivar, promover prazer, fazer parcerias e trocar informações com os demais profissionais que fazem parte do projeto. Precisamos pensar na prevenção: incorporar novos hábitos de vida saudáveis, experimentar novos alimentos, praticar atividade física, ficar mais ativo, cuidar da mente, da alma e do corpo

Estudo mostra que obesidade pode se tornar 'irreversível' com o tempo

Pequisa indica que a doença é uma desordem que se auto-perpetua. Os Resultados enfatizam a importância da intervenção precoce na infância Por GLOBOESPORTE.COM Michigan, EUA Comente agora Obesidade atinge mais de 500 milhões de adultos e 43 milhões de crianças (Foto: Getty Images) Cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, apresentaram uma pesquisa sobre obesidade mostrando que, quanto mais tempo uma pessoa fica acima do peso, maior é o risco da doença se tornar "irreversível". Este novo estudo revelou que a obesidade em ratos subtituiu o peso normal do corpo, fazendo com que esses camundongos passassem a ter um peso normal maior do que era antes. Todas as informações são do site "Medical News Today". - Nosso modelo mostra que a obesidade é, em parte, uma desordem que se auto-perpetua e os resultados enfatizam a importância de uma intervenção precoce na infância para tentar prevenir a doença, cujos efeitos podem durar uma vida - afirmou o professor da Universidade de Michigan, Malcolm J. Baixa. Uma das ferramentas mais úteis envolvidas no estudo foi o novo modelo de rato programado para "obesidade". Desse modo, foi possível monitorar os animais em diferentes fases do estudo e em idades diferentes, apenas ligando um interruptor que controla o apetite. Obesidade é questão mundial e deve ser tratada por equipe interdisciplinar Segundo os pesquisadores, os resultados abrem caminho para perguntas a serem feitas sobre o sucesso de regimes mais longos com corte de calorias e a realização de exercícios rigorosos. - Em algum lugar ao longo do caminho, se a obesidade é autorizada a continuar, o corpo parece ligar um interruptor que reprograma para um peso mais forte. Os mecanismos exatos que causam essa mudança ainda são desconhecidos e requerem muito estudo. Isso vai nos ajudar a entender melhor o motivo de a recuperação do peso parecer quase irreversível - disse Baixa. Atualmente, mais de 500 milhões de adultos e 43 milhões de crianças abaixo de cinco anos são obesos e as doenças relacionadas à obesidade estão no topo da lista de causas evitáveis de morte. Indivíduos obesos têm uma chance muito maior de desenvolver hipertensão, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, por exemplo.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Como ter uma alimentação saudável

- A refeição perfeita tem entre 50% e 60% de carboidrato (massas, pães, arroz), 30% de gorduras e entre 10% e 15% de proteínas (carnes, frango, peixe). Coma frutas e verduras à vontade. - Abuse da dieta típica brasileira nas principais refeições: arroz, feijão, legumes e carne. É uma ótima combinação nutricional. Controle a quantidade de coxinhas, hambúrgueres e pastéis. Eles têm muita gordura. - Tome sucos de frutas como laranja, abacaxi, acerola. A vitamina C desses sucos ajuda a fixar o ferro e combater a anemia. -Tome pelo menos quatro copos de leite por dia. Pode trocá-los por iogurte ou queijo. O cálcio desses produtos é fundamental para o crescimento. - Beba sempre muita água. - Varie sua dieta. Assim não há risco de faltar algum nutriente. - Controle o consumo de sal e açúcar para evitar problemas na idade adulta. O excesso de sal é perigoso para quem tem predisposição genética à hipertensão, e o de açúcar, para quem tem propensão ao diabetes. - Coma fibras. Elas estão nas frutas e nos legumes e também nas barrinhas de cereais. - Substitua os salgadinhos de pacote que você come na frente da televisão por lanches menos calóricos, como pipoca light de microondas. Redação Bem de Saúde

Benefícios da caminhada

Melhora a circulação e a atividade do coração, além da diminuir os riscos de problemas cardíacos. - Reduz gorduras localizadas e é excelente para quem é sedentário e quer começar um programa de exercícios. - Com a caminhada, o risco de lesão é pequeno, já que a atividade é de intensidade baixa. Riscos - Os riscos da caminhada são quase que inexistentes. Mas eles podem aparecer se a pessoa não tiver acompanhamento médico ou o ritmo da caminhada for pesado. - Os batimentos do coração não podem ultrapassar 75% a 80% da freqüência normal. Observação: para calcular a sua freqüência cardíaca ideal, os médicos costumam recomendar usar a fórmula: 220 - idade = freqüência cardíaca total (100%). Na dúvida, consulte um médico. - Uma pessoa sedentária corre mais riscos que uma pessoa ativa, tanto na caminhada como em outras atividades físicas. Período mínimo para fazer efeito - De três a cinco vezes por semana, 30 minutos ao dia. - Para quem estiver começando, o ideal é alternar um dia de descanso com um dia de exercício. Gasto calórico médio - De 200 a 400 kcal/hora Observação: A queima das gordurinhas depende do sexo, idade, metabolismo e condicionamento físico da pessoa. Quem deve fazer - Todas as pessoas, das mais diversas idades, desde que tenham passado por uma consulta médica. Redação Bem de Saúde

Educar para alimentar

O processo de educação alimentar deve envolver toda a família, já que os adultos servem de modelo para as crianças. Um importante desafio quando se trata de promover uma alimentação saudável é a mudança de hábitos. As práticas alimentares inapropriadas e o baixo nível de informação da população em relação a atitudes que melhoram suas condições de saúde entre as quais se inclui a atividade física podem ser identificados por todo o País. Para acabar de vez com a desnutrição, é preciso pôr fim à pobreza e à fome. No entanto, os problemas nutricionais não se relacionam exclusivamente à falta de alimentos. Assim, os esforços no sentido de possibilitar a todos os brasileiros o acesso a pelo menos três refeições diárias devem ser acompanhados de um trabalho de conscientização sobre a importância de uma alimentação equilibrada, qualitativa e quantitativamente. Para isto, é preciso levar em conta a realidade de cada comunidade. Perceber a diversidade cultural brasileira e, a partir daí, identificar os alimentos preferidos em cada região, assim como as crenças e tabus relacionados à comida, são condições fundamentais para promover a adoção de hábitos mais saudáveis pela população. Na hora de propor alterações no cardápio da família, é necessário respeitar as particularidades locais e valorizar os alimentos regionais. Também é preciso ter em mente que a mudança de hábitos só será possível se houver, de fato, uma compreensão da sua importância para a saúde, o que passa pela socialização do conhecimento sobre alimentos e nutrição. A escola representa um ambiente favorável e privilegiado para o estímulo à formação de hábitos saudáveis ou correção de desvios no que diz respeito à alimentação, assim como à prática de atividades físicas. Muitas vezes, a falta de referência para uma boa alimentação é agravada pela ação da mídia na divulgação de produtos comerciais nem sempre nutritivos. O impacto negativo que a propaganda pode ter nos hábitos alimentares da população será tanto maior se crianças e jovens não forem educados para escolher adequadamente os alimentos que irão consumir. O estudo e a realização de debates sobre alimentação e nutrição na escola, assim como o desenvolvimento de outras atividades educativas, propiciam ao aluno condições de assumir uma postura crítica diante das informações que chegam até ele. No Brasil, a desnutrição não é o único problema relacionado a uma alimentação inadequada que causa preocupações pela sua dimensão. Também merece destaque a questão da obesidade, que deve ser detectada o quanto antes para evitar o aparecimento de problemas de saúde diversos. Estima-se que 20% das crianças brasileiras sejam obesas e que cerca de 32% da população adulta tenham algum grau de excesso de peso, dos quais 25% são casos mais graves. Entre as diferentes causas da obesidade, está um maior consumo de alimentos em relação a um menor gasto de energia. Comer bem, nunca é demais lembrar, não significa comer muito. Os princípios de uma alimentação saudável, ao contrário, são a variedade, o equilíbrio e a moderação. Embora acabar com os problemas nutricionais seja um desafio que depende de uma melhor distribuição de renda e erradicação da miséria, a escola pode contribuir para melhorar o quadro existente no País, por meio da formação proporcionada aos alunos e de uma política que garanta a qualidade da merenda. Nesse espaço onde pessoas de diferentes realidades estabelecem uma convivência diária, em um constante processo de ensino e aprendizagem, pode-se criar a consciência necessária à formação de hábitos mais saudáveis, com repercussão no desempenho alcançado nos estudos e na vida.

Coma à vontade. Você pode

Mas lembre-se de que os maus hábitos alimentares às vezes se tornam um problema para o resto da vida EXCLUSIVO ON-LINE • Calcule seu IMC (confira a tabela para jovens de 13 a 18 anos) • Tabela de calorias dos lanches mais gostosos Quando os filhos chegam à adolescência, muitos pais abrem mão de uma de suas responsabilidades: a de cuidar para que se alimentem direito. Fazem isso convictos de que não há mesmo remédio, visto que jovem só come porcaria. Não é bem assim. Um estudo realizado com alunos de 12 a 18 anos das escolas públicas de São Paulo concluiu que eles comem o mesmo que os adultos, só bebem mais refrigerantes. Outra pesquisa, da Universidade Federal de São Paulo, mostra que os adolescentes de classe média consomem muita gororoba gordurosa na escola, mas fazem as refeições principais em casa. Arroz, feijão, carne e salada, a típica comida doméstica, são uma boa combinação de nutrientes. Na média, um adolescente vai à lanchonete (para engolir a bomba calórica hambúrguer-refrigerante-batata frita) três vezes por semana. Os médicos consideram esse consumo alarmante quando ultrapassa quatro vezes por semana. Não se deve, em princípio, olhar com horror para o hambúrguer com fritas. No auge do crescimento, entre os 12 e os 15 anos, um jovem pode consumir sem susto 10% mais de calorias diárias que o indicado para um adulto. "O adolescente usa a energia do hambúrguer para esticar, enquanto o adulto certamente vai crescer para os lados", diz o médico Maurício de Souza Lima, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Isso significa que tudo vai bem com os hábitos alimentares da juventude? Também não é bem assim. A proporção de jovens com sobrepeso quadruplicou nos últimos trinta anos e chegou a 14% na faixa etária dos 8 aos 18 anos. A culpa é da vida sedentária e do excesso de comida industrializada, rica em farináceos e gorduras, sobretudo entre a população mais pobre. O efeito perverso do engordamento precoce é o aumento das doenças cardiovasculares e do diabetes tipo 2. A geração atual é provavelmente a mais preocupada com comida saudável de todos os tempos. Está em alta ser vegetariano, eliminar a carne vermelha do cardápio e preferir produtos com o rótulo diet. Nesse estilo também vale a regra do bom senso: excessos fazem mal à saúde. Quanto mais variada, mais saudável é a alimentação. O maior perigo mora nos maus hábitos, que tendem a se perpetuar. A comida gordurosa não faz mal para quem está crescendo. Mas, com o fim da adolescência, o metabolismo desacelera e o corpo pára de queimar calorias com a mesma eficiência. Se um jovem adulto continuar a comer a mesma quantidade de comida da época de adolescente, será inevitável que fique gordo.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Metade das pessoas desiste da academia entre o 3º e 5º mês de aula Educador físico Mauro Guiselini foi convidado do programa desta sexta (7). Preparador José Rubens D'Elia ensinou como começar a se exercitar.

07/10/2011 10h29 - Atualizado em 07/10/2011 12h09


Do G1, em São Paulo
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Metade das pessoas costuma desistir de praticar exercícios em academias, clubes e quadras entre o terceiro e o quinto mês de aula. Até o sexto mês, esse número chega a 65%.

Apenas 4% da população brasileira faz exercícios orientados nesses locais. Apesar disso, o número de academias cresce: em 2006, o país tinha 10 mil; hoje são mais de 25 mil.

Mas você não precisa estar matriculado em nada para começar a se mexer. Para incentivar você a sair do sedentarismo, queimar calorias e liberar endorfina, o preparador José Rubens D'Elia e o educador físico Mauro Guiselini deram dicas no Bem Estar desta sexta-feira (7) para escolher a melhor opção de atividade para você.
Atividade física por onde começar (Foto: Arte/G1)

Com o impacto do exercício, os ossos sofrem microfraturas e ficam com pequenas deformações. Os músculos são forçados a trabalhar e o tecido se contrai, o que também causa pequenos traumas.

Para dar combustível aos músculos, o corpo transforma a glicose estocada em energia, o que diminui o nível de açúcar no sangue (glicemia). Esse processo de queima de energia faz com que a temperatura aumente. Para controlá-la, liberamos água em forma de suor.

Depois do exercício – com repouso, alimentação adequada e hidratação –, em cerca de 12 a 24 horas o corpo passa por um processo completo de recuperação. Os ossos ficam mais fortes; os músculos, mais resistentes, e o nível de água e açúcar no corpo volta ao normal. Esse processo fortalece nosso sistema de defesa.

Além dessa recuperação, o organismo ganha mais resistência e força do que tinha antes da atividade física, justamente para poder se preparar para a próxima. É uma “supercompensação”, que faz muito bem para a saúde, mas que só funciona se os exercícios forem regulares.
saiba mais

Comece devagar e saiba seus limites na hora de fazer uma atividade física

Cinco exercícios para fazer em casa:

1) Fortalecimento das pernas (agachamento)
É importante porque as pernas carregam os músculos usados em qualquer deslocamento do corpo.

2) Fortalecimento do abdômen (prancha)
No abdômen, estão localizados alguns músculos profundos que são extremamente importantes para nossa sustentação, porque mantêm a estabilidade da coluna, a postura e previnem contra dores e o aparecimento de lesões .

3) Fortalecimento dos braços (flexão de cotovelo)
Para quem não trabalha carregando coisas, os braços são músculos pouco exercitados, já que temos máquinas que fazem esse trabalho. Mas aí na hora de carregar um peso maior, como uma mala, um móvel ou uma criança, se tivermos os músculos fracos, podemos ter problemas sérios e sentir dores. Por isso, é importante fortalecer o tríceps e os músculos dos braços.

4) Alongamento das pernas (parte posterior de coxa)
É importante para todo mundo que passa muito tempo sentado, uma vez que a musculatura posterior da coxa é a que mais se encurta no corpo, já que, quando sentamos, não a usamos. Para reativar esses músculos e também prevenir o encurtamento deles, é bom mantê-los em movimento.

5) Alongamento peitoral
Quem vive o estresse do dia a dia tem tendência a ir se "fechando" em termos posturais. As costas vão se arredondando e a gente vai se encurvando para a frente, o que tende a causar dores musculares no tórax e nas costas. Esse alongamento peitoral é bom para evitar essas dores e melhorar a postura.

Cinco dicas para você fazer exercícios:

1 – Experimente: Se você não gosta de atividade física, é porque ainda não encontrou uma que lhe dê prazer.

2 – Sinta os seus limites: O corpo dá pistas de como a atividade está interferindo na sua saúde. Esses sinais podem vir na hora ou no dia seguinte. Se você sentir dores, indica que exigiu demais dos músculos. Portanto, repense na sua dinâmica.

3 – Comece devagar: Você é o único que manda no seu corpo. Se nunca fez uma atividade física e quer começar, já é uma vitória. Mas não adianta sair correndo e querer resolver tudo em pouco tempo, porque não vai dar certo. Comece devagar e vá aumentando a carga, a intensidade e a frequência aos poucos. Isso vai ajudá-lo a se acostumar com o exercício.

4 – Descubra como anda a sua saúde: Ter consciência de como anda a sua saúde é fundamental antes de praticar um exercício físico. Há problemas de saúde em que algumas atividades são vetadas, mas também existem outros quadros em que se movimentar pode ajudar a combater a dor, a doença ou o problema. Portanto, vá ao médico, faça exames periódicos regulares, saiba como está a sua pressão arterial e peça ajuda na hora de escolher o exercício mais adequado.

5 – Descanse entre um treino e outro: A recomendação mais importante para quem está começando um exercício é o repouso. No início, treine um dia sim, outro não. Conforme você gostar da atividade e se acostumar com ela, pode aumentar a frequência. Mas não deixe de descansar entre um treino e outro para recuperar as energias, não ter um trauma nem prejudicar seu corpo. Além disso, o músculo só cresce quando descansa.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Quando o exercício derruba nossas defesasSedentarismo deixa até o sistema imunológico preguiçoso, mas o extremo oposto pode ter efeitos igualmente nocivos à barreira natural do corpo contra infecções.

O porte e, acima de tudo, a capacidade para superar provações físicas hercúleas dão a impressão de que um atleta não teria problema para sobrepujar vírus e bactérias que o desafiem. Esse senso comum ganha mais força com as claras evidências científicas de que a prática regular de atividade física fortalece o exército que combate microorganismos oportunistas. "Porém, dados epidemiológicos mostram que esportistas profissionais são três vezes mais suscetíveis a doenças infecciosas, principalmente as do trato respiratório", revela Tânia Pithon-Curi, educadora física da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo.

Em busca de respostas ao enigma acima, Tânia fez ratinhos correrem em uma esteira até a exaustão. Depois, analisou os chamados neutrófilos, células brancas com a habilidade de englobar e, assim, neutralizar invasores maléficos. A descoberta é surpreendente: uma única sessão de treino intenso foi capaz de estimular a apoptose, uma espécie de suicídio, desses pequenos soldados. "Normalmente, esse mecanismo serve para reciclar as defesas. Só que, quando ele é acelerado, o organismo fica em déficit por não conseguir produzir novas células na mesma velocidade", explica a pesquisadora. Resumindo, esforço físico demasiado diminui a resistência contra gripes, resfriados e companhia.

Quando falamos em exagero, não abordamos apenas quem vê a atividade física como profissão. Indivíduos que acabaram de trocar o sofá pela academia podem causar danos a si próprios com cargas que não fariam mal a outros mais condicionados. "O limite depende de fatores como o preparo físico, a idade, o sexo e até a alimentação do dia. Por isso o acompanhamento de especialistas é tão importante", relata o fisiologista Orlando Laitano, da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Pernambuco.

Cruzar a linha individual entre uma prática física moderada e outra extenuante também eleva a concentração dos radicais livres, moléculas que, em altas doses, são nefastas ao sistema imune. "Além disso, eles aumentam as inflamações e o risco cardiovascular", afirma Cláudia Cavaglieri, fisiologista da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Isso sem contar que contribuem para o aparecimento de tumores.

Já está claro que não faltam motivos para evitar um abuso. As questões que ficam, no entanto, são se cada estrutura do corpo teria limites diferentes e se alguns deles poderiam ser extrapolados sem percebermos. Em outras palavras, nossa defesa contra vírus e bactérias pode se cansar antes do coração e, a partir daí, começar a sofrer silenciosamente? "O tema é controverso, mas há uma nova teoria de que, quando uma parte específica do organismo apresenta sobrecarga intensa, o sistema nervoso central sinaliza com fadiga generalizada", informa Laitano. Acreditando ou não nessa hipótese inusitada, os especialistas são unânimes em afirmar que dificilmente a exaustão e os problemas decorrentes dela afetem qualquer área ou função corporal antes do surgimento de sinais como dificuldade para respirar e cansaço da musculatura.

Avance no treinamento sem correr riscos Por um lado, o limiar da moderação precisa ser respeitado. Por outro, ele deve ser, aos poucos e com orientação, empurrado para a frente. "Se a intensidade ou a duração do exercício não são modificadas ao longo dos meses, ocorre uma adaptação do organismo. O que antes era adequado pode se tornar leve demais e, com isso, menos benéfico ao corpo", esclarece a educadora física Tânia Pithon-Curi.

Logo após deixar o sedentarismo, o correto é investir em práticas brandas. "Nessa etapa, é preferível focar no tempo de exercício do que na sua intensidade", complementa Páblius Braga, médico do esporte do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. Em vez de correr por 15 minutos, tente caminhar por meia hora, por exemplo. Isso, além de promover melhoras expressivas, ainda diminui a incidência de lesões.

É essencial que o ajuste do treino seja constante nos primeiros 60 dias de ralação — de preferência, o educador físico precisa verificar o progresso da pessoa quinzenalmente. Durante esse período inicial, o ganho de força e de resistência é rápido graças a adaptações dos próprios nervos que se localizam nos músculos, inclusive no cardíaco. Depois disso, vale consultar quem está prescrevendo a malhação pelo menos a cada quatro meses. O médico também faz parte dessa história: o ideal é realizar um checkup completo anualmente para verificar eventuais anomalias. Com supervisão profissional e um pouco de calma, você chega lá — sem tropeços, tosses e espirros pelo caminho.

Na medida certa
Só os experts podem prescrever o exercício ideal para cada um. Contudo, há sinais que indicam quando o esforço está aquém ou além do desejado.
Nem de menos
Se durante uma atividade física o corpo não mostra nenhum sinal de cansaço, talvez seja bom apertar ligeiramente o passo. Ausência de suor ou da sensação de relaxamento após a prática também indicam uma intensidade leve demais.

Nem a mais
Fique esperto com taquicardias, dificuldades para respirar, tonturas, insônia... "Inchaço, dores insistentes e vermelhidão nas articulações são outras mostras de que o ritmo está elevado", acrescenta o ortopedista Lafayette Lage, de São Paulo.

Fique de olho
Entenda por que certas condições exigem um cuidado especial com a atividade física.

Obesidade
A união entre gordura de sobra e passadas vigorosas demais pesa nas articulações e ainda gera processos inflamatórios.

Diabete
Os medicamentos usados para controlar os níveis de açúcar no sangue, associados ao alto consumo de glicose de uma prática extenuante, podem culminar em hipoglicemia.

Asma
Se o pulmão trabalha em excesso para garantir oxigênio, o risco de uma crise sobe. O asmático sempre deve carregar sua bombinha durante o exercício.

Problemas cardíacos
Um coração fragilizado, quando exigido além da conta, pode falhar. Nesses casos se recomendam exercícios pouco intensos e prolongados.

Na dose ideal... ...os esportes asseguram benesses do último fio de cabelo até a ponta dos pés

Cabeça: eles incrementam a circulação sanguínea no cérebro, diminuindo o risco de derrames, e ainda ajudam a criar neurônios, o que garante uma maior capacidade cognitiva.

Coração: os exercícios mantêm todos os vasos em forma. Isso evita que o músculo cardíaco trabalhe arduamente para conseguir bombear sangue para todo o corpo.

Câncer: a modalidade esportiva favorita de um indivíduo, além de aplacar o estresse, fator de risco para o mal, controla hormônios que favorecem os tumores.

Diabete: o próprio emagrecimento já diminui a resistência à insulina. De quebra, a atividade física regular facilita a entrada de glicose nas células.

Ossos: eles são ativados pela movimentação muscular. Para aguentar a ligeira sobrecarga, tornam-se densos e fortes, o que afasta a osteoporose.

Em excesso... ...a atividade física perde seu potencial benfeitor e vira risco a inúmeros transtornos

Cabeça: a grande presença de hormônios do estresse decorrentes do exagero provoca dores e dificuldade para raciocinar. Em casos extremos, podem favorecer um acidente vascular.

se sua frequência fica para lá de alta por muito tempo, o músculo cardíaco se desgasta de tal forma que pode se degenerar — é o processo de um infarto.

Câncer: ao consumir toda a energia do corpo, faltam forças para combater a doença. Isso sem contar que um sistema imune fraco não lida com o tumor adequadamente.

Diabete: o diabético tem um risco aumentado de desenvolver transtornos cardíacos. A probabilidade sobe mais ainda quando ele extrapola no exercício.

Ossos: um esforço homérico altera o equilíbrio de hormônios responsáveis pela produção de massa óssea. Com isso, a ossatura fica frágil e propensa a fraturas.
PESQUISAS CIENTIFICAS E EVENTOS: